Atividade Solar em Pico: Isso significa Apagões em 2024?

Atividade solar em pico quais as maiores preocupações

Há 11 anos o sol vem se mantendo na sua mesma atividade solar, só que, atualmente isso mudou e, dentro do seu ciclo solar de 11 anos hoje está em um estágio de pico e que, esse fenômeno vem preocupando cientistas e astrólogos sobre possíveis efeitos na Terra, especialmente em relaçãoa tempestades solares.

A cada 11 anos, o Sol passa por um ciclo de atividade, embora as razões exatas desse ciclo ainda não sejam completamente compreendidas pela ciência.

Em 2024, o Sistema Solar está testemunhando um novo ápice de atividade solar, caracterizado por um aumento significativo de eventos como Ejeções de Massa Coronária (EMCs) e Erupções Solares. Esses eventos têm o potencial de causar impactos substanciais nas sociedades humanas.

Um dos principais riscos associados a esses eventos é a possibilidade de apagões nas infraestruturas de comunicação, uma vez que muitas dessas tecnologias dependem de satélites, que estão vulneráveis fora da proteção da atmosfera terrestre. Uma EMC poderia danificar ou incapacitar satélites, afetando uma ampla gama de serviços que dependem desses dispositivos, incluindo o GPS. Sem acesso ao GPS, até mesmo a navegação aérea pode ser comprometida.

Embora haja preocupações crescentes nas redes sociais sobre a possibilidade de um evento de EMC atingir a Terra?

É importante ressaltar que tal evento não é certo e é considerado pouco provável. Vários fatores precisam se alinhar para que um evento desse tipo ocorra, incluindo a posição precisa da Terra em relação a uma explosão solar.

Para abordar essas preocupações e fornecer mais informações sobre os riscos associados às tempestades solares, a TVT apresentará um programa especial intitulado “Brasil com Ciência” amanhã, às 13h30, que visitará o centro brasileiro de pesquisa de clima espacial, o Embrace do INPE.

Embora seja difícil prever com certeza absoluta se um evento de EMC afetará a Terra em 2024, não é impossível. Na história, já ocorreu um evento significativo em 1º de setembro de 1859, conhecido como o Evento Carrington. Nesse evento, uma explosão solar de grande intensidade causou auroras austrais e boreais extraordinárias e até mesmo interrompeu sistemas de comunicação, como os telégrafos.

Embora a vida na Terra esteja protegida dos efeitos diretos da radiação solar pela atmosfera e pelo campo magnético, os satélites e as infraestruturas elétricas podem estar em risco durante eventos solares extremos.

Em um cenário extremo, um evento como o Evento Carrington poderia causar um colapso em sistemas elétricos e de comunicação, resultando em impactos significativos na sociedade moderna.

 

Apesar das incertezas, é importante permanecer vigilante e estar preparado para possíveis eventos solares extremos.

Tudo porque, poderiam ter consequências sérias para nossas infraestruturas tecnológicas e elétricas. Para aprofundar no tema, apresentar riscos e tranquilizar o espectador, a TVT exibe amanhã (3), às 13h30, o programa especial Brasil com Ciência. “Visitamos o centro brasileiro de pesquisas de clima espacial, o Embrace do INPE, para saber sobre os riscos de tempestades solares causarem uma pane nos sistemas de comunicação”, informa a produção.

Difícil? sim, mais não impossível

Embora muitos fatores precisem de uma conjugação precisa para que os efeitos aconteçam, não é impossível. Inclusive, já aconteceu.

No dia 1º de setembro de 1859, uma explosão solar de grande intensidade atingiu a Terra.

Na ocasião, uma coluna de plasma maior que a Terra foi expelida do Sol em grande velocidade. Após 17 horas, essas partículas solares chegaram à Terra, provocando auroras austrais e boreais nunca vistas.

Há registros de que até mesmo em São Paulo, que fica exatamente no Trópico de Capricórnio, pôde-se observar o evento.

Vale lembrar que as auroras são frutos da atividade solar, bloqueadas pela camada eletrônica terrestre, que funciona como um “escudo”. Justamente essa estrutura aliada à atmosfera em suas diferentes camadas protegem (e protegerão) a vida como conhecemos dos perigos da radiação solar. Contudo, os satélites podem não ter a mesma sorte. Os efeitos também poderiam ser notáveis em estruturas elétricas dentro do planeta, o que pode significar ainda mais caos.

“As partículas carregadas do Sol foram canalizadas pelo campo magnético da Terra, que mudava a todo momento como resposta.

No chão, essas mudanças induziam correntes elétricas em qualquer coisa que poderia conduzir elétrons”, explica o divulgador científico Pedro Loos, do canal Ciência Todo Dia. “Na época, a humanidade estava na infância da eletricidade, mas podemos ter ideia dos impactos observando operadores de telégrafos”, disse. Ele lembra, então, de um caso na linha que ligava Boston a Portland (EUA). Eles ficaram por minutos atuando sem ligar os aparelhos na tomada. “As comunicações continuaram por duas horas sem baterias”, relata.

No pior dos cenários, essa da atividade Solar em Pico: Potencial de Apagões em 2024?

O Sol está atualmente em um estágio de pico de atividade dentro de seu ciclo solar de 11 anos, levantando preocupações sobre possíveis efeitos na Terra, especialmente em relação a tempestades solares.

A cada 11 anos, o Sol passa por um ciclo de atividade, embora as razões exatas desse ciclo ainda não sejam completamente compreendidas pela ciência. Em 2024, o Sistema Solar está testemunhando um novo ápice de atividade solar, caracterizado por um aumento significativo de eventos como Ejeções de Massa Coronária (EMCs) e Erupções Solares. Esses eventos têm o potencial de causar impactos substanciais nas sociedades humanas.

Qual principal risco associado?

Um dos principais riscos associados a esses eventos é a possibilidade de apagões nas infraestruturas de comunicação, uma vez que muitas dessas tecnologias dependem de satélites, que estão vulneráveis fora da proteção da atmosfera terrestre. Uma EMC poderia danificar ou incapacitar satélites, afetando uma ampla gama de serviços que dependem desses dispositivos, incluindo o GPS. Sem acesso ao GPS, até mesmo a navegação aérea pode ser comprometida.

Embora haja preocupações crescentes nas redes sociais sobre a possibilidade de um evento de EMC atingir a Terra, é importante ressaltar que tal evento não é certo e é considerado pouco provável. Vários fatores precisam se alinhar para que um evento desse tipo ocorra, incluindo a posição precisa da Terra em relação a uma explosão solar.

Para abordar essas preocupações e fornecer mais informações sobre os riscos associados às tempestades solares, a TVT apresentará um programa especial intitulado “Brasil com Ciência” amanhã, às 13h30, que visitará o centro brasileiro de pesquisa de clima espacial, o Embrace do INPE.

O que pode acontecer em 2024

Embora seja difícil prever com certeza absoluta se um evento de EMC afetará a Terra em 2024, não é impossível. Na história, já ocorreu um evento significativo em 1º de setembro de 1859, conhecido como o Evento Carrington. Nesse evento, uma explosão solar de grande intensidade causou auroras austrais e boreais extraordinárias e até mesmo interrompeu sistemas de comunicação, como os telégrafos.

Embora a vida na Terra esteja protegida dos efeitos diretos da radiação solar pela atmosfera e pelo campo magnético, os satélites e as infraestruturas elétricas podem estar em risco durante eventos solares extremos.

Em um cenário extremo, um evento como o Evento Carrington poderia causar um colapso em sistemas elétricos e de comunicação, resultando em impactos significativos na sociedade moderna.

O Que fazer?

Apesar das incertezas, é importante permanecer vigilante e estar preparado para possíveis eventos solares extremos, que poderiam ter consequências sérias para nossas infraestruturas tecnológicas e elétricas.ispersão energética pelo planeta poderia provocar um colapso nas estruturas elétricas, incluindo chips e até mesmo sistemas de abastecimento de energia. “O evento daquele ano ficou conhecido como Evento Carrington. Se ela acontecesse novamente hoje em dia, muitos pesquisadores concordam que toda estrutura tecnológica acabaria”, completa Loos. Então, apesar de afirmar que é impossível prever com exatidão se um evento destes pode acontecer neste ano, ele lembra que vale estar atento.

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